Histamina

Que lesão de órgão histamina pode causar? exantema medicamentoso, prurido, doença dos brônquios, úlcera péptica, broncoespasmo, úlcera gástrica, hipersensibilidade respiratória, doença pulmonar obstrutiva, asma, urticária e angioedema, transtorno respiratório, úlcera duodenal, hiper-reatividade brônquica, anafilaxia, arritmia cardíaca, enxaqueca, insuficiência respiratória, perturbação sensorial, obstrução das vias aéreas, conjuntivite, conjuntivite alérgica, eritema, eosinofilia, tosse, lesão hepática medicamentosa, adenocarcinoma, artrite, artropatia, carcinoma, hiperalgesia, hipotensão arterial, parestesia, pleurisia, edema pulmonar não cardiogênico, congestão nasal, coronariopatias, dispneia, doença da tireoide, gastroenterite, hiperemia, leucocitose, rinite, taquicardia, vasoespasmo coronariano, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, derrame pleural eosinofílico, bloqueio atrioventricular, bradicardia, colestase, esteatose hepática, angina, angina de Prinzmetal, atelectasia, bloqueio de ramo, carcinoma espinocelular, cardiopatia congênita, catalepsia patológica, criptorquia, demência, dermatite atópica, disfunção testicular, doença cerebrovascular, doença da córnea, doença de Alzheimer, doença do soro, doença genética, doença periodontal, doença pulmonar obstrutiva crônica, duodenite, edema cerebral, enfisema pulmonar, enterite, exantema, febre dos fenos, gastrite, hipersensibilidade de tipo III, hipertiroidismo, hipoproteinemia, lesões orais, linfocitose, mastocitose, miopatia, otite, otite média, pancreatite, parada cardíaca, perturbação visual, pneumonia, taupatia e tremor.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
10 de 50 artigos

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
33 de 429 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
16 de 538 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
3 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
1 artigos

Derrame pleural eosinofílico

CPossívelRespiratória

Mais de 10% de eosinófilo no líquido. Depois de afastar ar e sangue no espaço pleural — que são as causas banais —, fármaco sobe na lista: nitrofurantoína, dantroleno, valproato. Suspender costuma resolver sem drenagem e sem biópsia.

Literatura:
1 artigos

Bloqueio atrioventricular

CPossívelCardíaca

Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.

Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
1 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.