Enzalutamida

Que lesão de órgão enzalutamida pode causar? hipertensão arterial, disfunção cognitiva, perturbação cognitiva, encefalopatia, neuropatia periférica, insuficiência cardíaca, convulsão, trombocitopenia, infarto do miocárdio, exantema medicamentoso, lesão renal aguda, agranulocitose, cardiomiopatia, citopenia, arritmia cardíaca, doença da mama, ginecomastia, leucopenia, neoplasia da próstata, neutropenia, acidente vascular cerebral, anemia, artralgia, artropatia, dissonia, doença cerebrovascular, exantema, nefropatia, transtorno respiratório, miocardite, amnésia, apneia, apneia de sono, confusão, dispneia, doença da tireoide, doença óssea, encefalopatia hipertensiva, fibrilação auricular, hematemese, hidronefrose, hipogonadismo, hipotiroidismo, insuficiência renal, isquémia cerebral, miopatia, miosite, neoplasia da mama, parassonia, perturbação sensorial, pneumonia, sangramento gastrointestinal, sarcopenia, síndrome das pernas inquietas, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, taquicardia, taquicardia supraventricular e trombose.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Encefalopatia

CPossívelNeurológica

A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.

Relatos no FAERS:
719
ROR:
1,1 (IC 95% 11,2)
Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Relatos no FAERS:
715
ROR:
1 (IC 95% 0,91)
Literatura:
1 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Relatos no FAERS:
533
ROR:
0,8 (IC 95% 0,70,8)
Literatura:
2 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Relatos no FAERS:
449
ROR:
0,7 (IC 95% 0,70,8)
Literatura:
4 de 7 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
389
ROR:
0,6 (IC 95% 0,60,7)
Literatura:
2 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Relatos no FAERS:
299
ROR:
0,5 (IC 95% 0,40,5)
Literatura:
2 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
743
ROR:
0,4 (IC 95% 0,30,4)
Literatura:
2 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
314
ROR:
0,3 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Relatos no FAERS:
91
ROR:
0,2 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
3 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Relatos no FAERS:
26
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
1 artigos

Miocardite

CPossívelCardíaca

Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.