Bicalutamida

Que lesão de órgão bicalutamida pode causar? pneumonite intersticial, doença da mama, ginecomastia, osteoporose, pneumonia eosinofílica, lesão hepática medicamentosa, insuficiência hepática aguda, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, doença óssea, alopécia, neoplasia da próstata, anemia, disfunção erétil, encefalopatia hepática, hipertricose, insuficiência hepática, síndrome do desejo sexual hipoativo, dispneia, neoplasia da mama, perturbação sensorial, transtorno respiratório, agranulocitose, exantema medicamentoso, fotossensibilidade, adenocarcinoma, alucinação, arritmia cardíaca, artralgia, artropatia, carcinoma, citopenia, colangite, distúrbio da diferenciação sexual, doença genética, eosinofilia, hematúria, hidronefrose, hipersensibilidade respiratória, hipertensão arterial, hipogonadismo, incontinência urinária, leucemia, leucemia mieloide, leucemia mieloide aguda, leucopenia, meningioma, nefropatia, neutropenia, pneumonite de hipersensibilidade, porfiria aguda intermitente, porfiria hepática, reabsorção óssea, síndrome hipereosinofílica e transtornos do humor.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Pneumonite intersticial

BProvávelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
254
ROR:
4,4 (IC 95% 3,95)
Literatura:
9 de 9 artigos

Pneumonia eosinofílica

CPossívelRespiratória

Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.

Relatos no FAERS:
55
ROR:
16,3 (IC 95% 12,521,2)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
128
ROR:
2 (IC 95% 1,72,3)
Literatura:
7 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Relatos no FAERS:
45
ROR:
1,1 (IC 95% 0,81,4)
Literatura:
2 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Relatos no FAERS:
86
ROR:
0,5 (IC 95% 0,40,6)
Literatura:
2 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Relatos no FAERS:
32
ROR:
0,2 (IC 95% 0,10,3)
Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
1 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
16
ROR:
0 (IC 95% 00)
Literatura:
1 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.