Que lesão de órgão bicalutamida pode causar? pneumonite intersticial, doença da mama, ginecomastia, osteoporose, pneumonia eosinofílica, lesão hepática medicamentosa, insuficiência hepática aguda, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, doença óssea, alopécia, neoplasia da próstata, anemia, disfunção erétil, encefalopatia hepática, hipertricose, insuficiência hepática, síndrome do desejo sexual hipoativo, dispneia, neoplasia da mama, perturbação sensorial, transtorno respiratório, agranulocitose, exantema medicamentoso, fotossensibilidade, adenocarcinoma, alucinação, arritmia cardíaca, artralgia, artropatia, carcinoma, citopenia, colangite, distúrbio da diferenciação sexual, doença genética, eosinofilia, hematúria, hidronefrose, hipersensibilidade respiratória, hipertensão arterial, hipogonadismo, incontinência urinária, leucemia, leucemia mieloide, leucemia mieloide aguda, leucopenia, meningioma, nefropatia, neutropenia, pneumonite de hipersensibilidade, porfiria aguda intermitente, porfiria hepática, reabsorção óssea, síndrome hipereosinofílica e transtornos do humor.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.