Carfilzomibe

Que lesão de órgão carfilzomibe pode causar? trombocitopenia, insuficiência cardíaca, lesão renal aguda, agranulocitose, neuropatia periférica, citopenia, nefropatia, insuficiência renal, hipertensão arterial, leucopenia, neutropenia, anemia, proteinúria, cardiomiopatia, hipertensão pulmonar, anemia hemolítica, edema pulmonar não cardiogênico, síndrome do desconforto respiratório agudo, encefalopatia, pneumonite intersticial, hipertensão arterial pulmonar, pneumonia, síndrome hemolítica-urémica, transtorno respiratório, uremia, lesão hepática medicamentosa, arritmia cardíaca, disfunção ventricular esquerda, dispneia, encefalopatia hipertensiva, síndrome hemolítico-urêmica atípica, insuficiência hepática aguda, convulsão, dRESS, exantema medicamentoso, bloqueio de ramo, carcinogênese, cardiomegalia, cirrose hepática, coagulopatia, confusão, displasia, embolia, embolia pulmonar, glomeruloesclerose segmentar e focal, glomerulonefrite, hiperemia, hipoalbuminemia, hipopituitarismo, hipoproteinemia, imunodeficiência, insuficiência hepática, linfocitopenia, nefrite, obstrução intestinal, parada cardíaca, púrpura, púrpura trombocitopênica trombótica, sangramento gastrointestinal, trombofilia, trombose e vólvulo.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Trombocitopenia

AEstabelecidoHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
1.673
ROR:
5,8 (IC 95% 5,56,1)
Literatura:
35 de 42 artigos

Insuficiência cardíaca

BProvávelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Relatos no FAERS:
361
ROR:
1,1 (IC 95% 11,2)
Literatura:
6 de 8 artigos

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
309
ROR:
0,5 (IC 95% 0,50,6)
Literatura:
10 de 12 artigos

Agranulocitose

BProvávelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Relatos no FAERS:
106
ROR:
0,4 (IC 95% 0,30,4)
Literatura:
9 de 9 artigos

Neuropatia periférica

BProvávelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Relatos no FAERS:
80
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
12 de 18 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Relatos no FAERS:
149
ROR:
2,8 (IC 95% 2,33,2)
Literatura:
1 artigos

Hipertensão pulmonar

CPossívelRespiratória

Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.

Relatos no FAERS:
116
ROR:
2,4 (IC 95% 22,9)
Literatura:
4 de 6 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Relatos no FAERS:
55
ROR:
1,8 (IC 95% 1,42,3)
Literatura:
3 artigos

Edema pulmonar não cardiogênico

CPossívelRespiratória

Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.

Relatos no FAERS:
54
ROR:
0,8 (IC 95% 0,61)
Literatura:
1 artigos

Encefalopatia

CPossívelNeurológica

A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.

Relatos no FAERS:
62
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
14
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
2 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Relatos no FAERS:
6
Literatura:
1 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
1 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Literatura:
1 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.