Palbociclibe

Que lesão de órgão palbociclibe pode causar? agranulocitose, trombocitopenia, pneumonite intersticial, lesão hepática medicamentosa, prolongamento do intervalo QT, citopenia, leucopenia, neutropenia, cardiopatia congênita, osteonecrose dos maxilares por medicamento, neuropatia periférica, edema pulmonar não cardiogênico, fibrose pulmonar, exantema medicamentoso, lesão renal aguda, cardiomiopatia, hipertensão pulmonar, arritmia cardíaca, alopécia, distúrbio da Pigmentação, doença óssea, gastroenterite, hipopigmentação, necrose avascular, vitiligo, ceratopatia vorticilada, anemia, encefalite, imunodeficiência, insuficiência renal, linfocitopenia, lúpus eritematoso discóide, nefropatia, torsades de pointes, dissonia, doença autoimune, doença da córnea, doença da mama, encefalite viral, fibrilação auricular, hipersensibilidade de tipo III, hipertensão arterial, hipertensão pulmonar primária familiar, insônia, insuficiência hepática, lesões orais, leucoencefalopatia multifocal progressiva, miopatia, neoplasia da mama, pancreatite, pneumonia, psoríase, rabdomiólise, sarcoidose, taquicardia, taquicardia ventricular, transtornos linfoproliferativos, trombose e vasculite.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Agranulocitose

AEstabelecidoHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Relatos no FAERS:
7.117
ROR:
8,1 (IC 95% 7,98,3)
Literatura:
42 de 55 artigos

Trombocitopenia

BProvávelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
3.800
ROR:
3,8 (IC 95% 3,74)
Literatura:
6 de 6 artigos

Pneumonite intersticial

BProvávelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
538
ROR:
1,5 (IC 95% 1,41,6)
Literatura:
4 de 5 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
204
ROR:
0,5 (IC 95% 0,40,6)
Literatura:
11 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Relatos no FAERS:
34
ROR:
0,2 (IC 95% 0,10,3)
Literatura:
4 de 4 artigos

Osso exposto que não cicatriza em oito semanas, quase sempre depois de extração. Antirreabsortivo em dose oncológica é o maior risco, e o antiangiogênico soma — avaliação odontológica antes de começar vale mais do que qualquer conduta depois.

Relatos no FAERS:
523
ROR:
4,7 (IC 95% 4,35,2)
Literatura:
2 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Relatos no FAERS:
1.992
ROR:
1,7 (IC 95% 1,61,7)
Literatura:
1 artigos

Edema pulmonar não cardiogênico

CPossívelRespiratória

Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.

Relatos no FAERS:
359
ROR:
1,5 (IC 95% 1,41,7)
Literatura:
1 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Relatos no FAERS:
79
ROR:
0,8 (IC 95% 0,60,9)
Literatura:
1 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
2.167
ROR:
0,7 (IC 95% 0,60,7)
Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
790
ROR:
0,4 (IC 95% 0,40,4)
Literatura:
2 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Relatos no FAERS:
46
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
1 artigos

Hipertensão pulmonar

CPossívelRespiratória

Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.

Relatos no FAERS:
20
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
1 artigos

Ceratopatia vorticilada

CPossívelOcular

Depósito em espiral no epitélio da córnea, visível na lâmpada de fenda e quase sempre sem sintoma. Amiodarona e cloroquina são as causas de rotina — o achado por si não obriga a suspender, mas obriga a olhar a retina.

Literatura:
2 artigos

Torsades de pointes

CPossívelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.