Lesão hepática medicamentosa
BProvávelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
- Literatura:
- 48 artigos
Que lesão de órgão etionamida pode causar? lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, doença da tireoide, hipotiroidismo, esteatose hepática, sindroma de sundek, síndrome complexa de dor regional, bócio, neuropatia periférica, artropatia, perturbação sensorial, citopenia, doença da mama, ginecomastia, transtorno auditivo, lesão renal aguda, agranulocitose, trombocitopenia, artrite, insuficiência renal, leucopenia, miopatia, nefropatia, surdez, insuficiência cardíaca, colestase, convulsão, acne, anafilaxia, arritmia cardíaca, artralgia, artrite reumatoide, ataxia, cirrose biliar primária, cirrose hepática, coagulopatia, colestase intra-hepática da gravidez, coma, complicações na gravidez, contratura, contratura de Dupuytren, daltonismo, dispneia, distúrbio da Pigmentação, distúrbios do sistema vestibular, doença autoimune, doença congênita, doença das glândulas sebáceas, doença do sistema linfático, encefalite, eosinofilia, eritema, estomatite, fibroma, hematúria, hipertensão arterial, lesões orais, paralisia, perda de consciência, perturbação cognitiva, perturbação de ansiedade, polimialgia reumática, proteinúria, prurido, púrpura, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, taquicardia, tendinopatia, tetania, transtorno alimentar, transtorno neurótico, transtorno respiratório, uveíte, vertigem e zumbido.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.