Denosumabe

Que lesão de órgão denosumabe pode causar? osteonecrose dos maxilares por medicamento, fratura atípica de fêmur, exantema medicamentoso, insuficiência cardíaca, fotossensibilidade, lesão hepática medicamentosa, hipertensão pulmonar, convulsão, doença óssea, necrose avascular, osteoporose, nefropatia, reabsorção óssea, hiperparatiroidismo, doença autoimune, lesões orais, doença da mama, doença periodontal, epilepsia, insuficiência renal, nefrite, osteomielite, sarcoma, nefrite intersticial aguda, disfunção cardíaca por terapia oncológica, vasculite ANCA por droga, complicações na gravidez, degenerescência macular, doença da córnea, doença de lesão mínima, doença do ouvido, doença genética, eritema, eritema nodoso, glomerulonefrite, hipertensão arterial, infeção do trato urinário, infertilidade, infertilidade feminina, insuficiência renal crônica, líquen plano, miastenia grave, nefropatia membranosa, neoplasia da mama, osteossarcoma, perturbação de ansiedade, proteinúria, retinopatia, síndrome coronária aguda, síndrome de Fanconi, síndrome paraneoplásica, tetania, transtorno puerperal, trombofilia, tumor ósseo e vasculite.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Osteonecrose dos maxilares por medicamento

AEstabelecidoBucal e dentária

Osso exposto que não cicatriza em oito semanas, quase sempre depois de extração. Antirreabsortivo em dose oncológica é o maior risco, e o antiangiogênico soma — avaliação odontológica antes de começar vale mais do que qualquer conduta depois.

Relatos no FAERS:
8.645
ROR:
57,6 (IC 95% 56,159,1)
Literatura:
122 de 156 artigos

Fratura atípica de fêmur

AEstabelecidoMusculoesquelética

Traço transverso na cortical lateral, sem trauma e com dor na coxa por semanas antes de quebrar. Risco raro e que cresce com o tempo de bisfosfonato — é o argumento da pausa terapêutica, e a dor prodrômica pede radiografia dos dois lados.

Relatos no FAERS:
881
ROR:
46,9 (IC 95% 43,350,8)
Literatura:
30 de 58 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
6.571
ROR:
1 (IC 95% 11)
Literatura:
4 de 4 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Relatos no FAERS:
739
ROR:
0,3 (IC 95% 0,30,3)
Literatura:
1 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Relatos no FAERS:
47
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
63
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,1)
Literatura:
2 artigos

Hipertensão pulmonar

CPossívelRespiratória

Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.

Relatos no FAERS:
30
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,1)
Literatura:
1 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Relatos no FAERS:
249
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,1)
Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Queda da fração de ejeção durante ou depois do tratamento do câncer. A da antraciclina depende da dose acumulada e costuma ficar; a do trastuzumabe não depende e costuma voltar ao suspender — por isso a conduta diante do mesmo número é diferente.

Literatura:
1 artigos

Vasculite ANCA por droga

CPossívelRespiratória

Propiltiouracila, hidralazina, minociclina e a cocaína cortada com levamisol. O anti-MPO costuma vir em título alto com anti-PR3 junto, o que quase não acontece na vasculite idiopática; retirar a droga resolve boa parte.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.