Infarto do miocárdio
CPossívelCardíacaPor vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
- Relatos no FAERS:
- 15.585
- ROR:
- 7,5 (IC 95% 7,4–7,6)
- Literatura:
- 10 de 1984 artigos
Que lesão de órgão clopidogrel pode causar? infarto do miocárdio, hemorragia alveolar difusa, trombocitopenia, pneumonite intersticial, erupção fixa por droga, lesão hepática medicamentosa, urticária e angioedema, exantema medicamentoso, agranulocitose, doença cerebrovascular, sangramento gastrointestinal, hemorragia intracraniana, acidente vascular cerebral, trombose, hemorragia intracerebral, dispneia, transtorno respiratório, citopenia, síndrome coronária aguda, artropatia, nefropatia, arritmia cardíaca, arteriosclerose, artrite, aterosclerose, coagulopatia, doença autoimune, insuficiência renal, isquémia cerebral, úlcera péptica, acidente isquémico transitório, diátese hemorrágica, doença genética, fibrilação auricular, insuficiência renal crônica, trombofilia, aneurisma, artropatia por deposição de cristais, coagulação intravascular disseminada, coronariopatias, edema cerebral, enterite, eritema, erosão dentária, erro metabólico hereditário, gastrite, gastroenterite, gota, hemartrose, hematoma subdural, hemofilia A, hemotórax, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, lesões orais, leucopenia, neoplasia, neutropenia, pneumonia, púrpura, púrpura trombocitopênica trombótica, síndrome de Sweet, traumatismo craniano, trombose coronariana e úlcera gástrica.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.