Cabozantinibe

Que lesão de órgão cabozantinibe pode causar? insuficiência cardíaca, hipertensão arterial, citopenia, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, trombocitopenia, encefalopatia, pneumonite intersticial, infarto do miocárdio, agranulocitose, cardiomiopatia, doença óssea, disfunção ventricular esquerda, doença da tireoide, hipersensibilidade de tipo III, necrose avascular, nefropatia, vasculite, adenocarcinoma, carcinoma, insuficiência adrenal, leucopenia, miopatia, neutropenia, piodermite gangrenosa, pneumotórax, tumor renal, úlcera, fibrose pulmonar, prolongamento do intervalo QT, acidente vascular cerebral, arritmia cardíaca, cãibra, carcinoma de células renais, cardiopatia congênita, cisto, colite, demência, demência frontotemporal, doença cerebrovascular, doença da córnea, doença do pé, encefalopatia hipertensiva, epistaxe, exantema, fístula das vias respiratórias, fístula traqueoesofágica, gastroenterite, hipotiroidismo, histiocitose, insuficiência hepática, linfo-histiocitose hemofagocítica, neuropatia óptica, pancreatite, papiledema, proteinúria, psoríase, rabdomiólise, reabsorção óssea, traqueopatia e trombose.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Insuficiência cardíaca

BProvávelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Relatos no FAERS:
108
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,2)
Literatura:
4 de 5 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
1.120
ROR:
5,6 (IC 95% 5,36)
Literatura:
3 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
1.569
ROR:
1 (IC 95% 0,91)
Literatura:
8 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
507
ROR:
1 (IC 95% 0,91,1)
Literatura:
2 artigos

Encefalopatia

CPossívelNeurológica

A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.

Relatos no FAERS:
428
ROR:
0,8 (IC 95% 0,70,9)
Literatura:
1 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
100
ROR:
0,5 (IC 95% 0,40,7)
Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Relatos no FAERS:
120
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Relatos no FAERS:
67
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
2 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Relatos no FAERS:
11
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
1 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
1 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.