Exantema medicamentoso
BProvávelCutâneaO mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
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Que lesão de órgão vandetanibe pode causar? exantema medicamentoso, arritmia cardíaca, distúrbio da Pigmentação, doença da córnea, prolongamento do intervalo QT, fotossensibilidade, ceratopatia vorticilada, hipertensão arterial, trombocitopenia, citopenia, hiperpigmentação, carcinoma, cardiopatia congênita, eritema, exantema, gastroenterite, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, cardiomiopatia, insuficiência cardíaca, torsades de pointes, nefrite intersticial aguda, agranulocitose, adenocarcinoma, adenoma, alopécia, alopecia areata, carcinoma in situ, colite, diverticulite, doença autoimune, doença da tireoide, doença de Addison, doença do sistema nervoso central, doença dos ovários, doença inflamatória pélvica, doença óssea, eritema multiforme, fibrilhação ventricular, fibrose pulmonar idiopática, foliculite, insuficiência adrenal, lesões orais, leucopenia, necrose avascular, nefrite, nefropatia, neoplasia das vias respiratórias, neutropenia, ovarite, pancreatite, perturbação sensorial, perturbação visual, proteinúria, prurido, sangramento gastrointestinal, taquicardia, taquicardia ventricular e tumor pulmonar.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Depósito em espiral no epitélio da córnea, visível na lâmpada de fenda e quase sempre sem sintoma. Amiodarona e cloroquina são as causas de rotina — o achado por si não obriga a suspender, mas obriga a olhar a retina.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.