Regorafenibe

Que lesão de órgão regorafenibe pode causar? exantema medicamentoso, hipertensão arterial, lesão hepática medicamentosa, insuficiência hepática aguda, encefalopatia, trombocitopenia, pneumonite intersticial, encefalopatia hiperamonêmica, demência, doença da tireoide, eritema, exantema, hipotiroidismo, lesões orais, anemia, citopenia, demência frontotemporal, doença óssea, encefalopatia hipertensiva, eritema multiforme, gastroenterite, insuficiência hepática, necrose avascular, retinopatia, sarcopenia, convulsão, dRESS, alopécia, aneurisma, cardiopatia, ceratoacantoma, cordoma, dissecção da aorta, doença autoimune, doença de Alzheimer, doença do pé, doença pulmonar obstrutiva, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença vulvar, enfisema pulmonar, estomatite, hematúria, hemorragia intraocular, hemorragia retinal, incontinência fecal, leucopenia, miopatia, nevo, pancreatite, paniculite, perturbação sensorial, proteinúria, psoríase, sangramento gastrointestinal, surdez, taupatia, transtorno auditivo, trombose, trombose venosa e tumor de pele.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
603
ROR:
1,6 (IC 95% 1,51,7)
Literatura:
25 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
180
ROR:
3,7 (IC 95% 3,24,3)
Literatura:
5 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Relatos no FAERS:
108
ROR:
3,4 (IC 95% 2,84,1)
Literatura:
2 artigos

Encefalopatia

CPossívelNeurológica

A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.

Relatos no FAERS:
267
ROR:
2,1 (IC 95% 1,92,4)
Literatura:
2 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
260
ROR:
2,1 (IC 95% 1,92,4)
Literatura:
1 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
40
ROR:
0,9 (IC 95% 0,71,2)
Literatura:
1 artigos

Encefalopatia hiperamonêmica

CPossívelNeurológica

Sonolência e confusão com amônia alta e função hepática normal — por isso a amônia não é pedida e o quadro passa por piora da epilepsia. Valproato é a causa clássica; também ocorre com quimioterapia e com o circuito da urease na infecção urinária.

Relatos no FAERS:
9
Literatura:
3 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
1 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Relatos no FAERS:
9
Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.