Lesão renal aguda
BProvávelRenalPor necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
- Literatura:
- 8 de 9 artigos
Que lesão de órgão entecavir pode causar? lesão renal aguda, miopatia, doença genética, síndrome de Fanconi, nefropatia, insuficiência renal, hepatite B, hepatite Viral, exantema medicamentoso, adenocarcinoma, carcinoma, hepatocarcinoma, cirrose hepática, insuficiência hepática, lesão hepática medicamentosa, trombocitopenia, citopenia, doença óssea, glomerulonefrite, nefrite, osteoporose, retinopatia, pneumonite intersticial, insuficiência hepática aguda, síndrome nefrótica, neuropatia periférica, dRESS, colite, doença autoimune, doença da mama, estomatite, exantema, fraqueza muscular, gastroenterite, ginecomastia, hipertensão arterial, insuficiência renal crônica, lesões orais, miopatia mitocondrial, nefropatia membranosa, pancreatite, perturbação sensorial, proteinúria, rabdomiólise, sangramento gastrointestinal e tumores dos tecidos hematopoético e linfoide.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.