Lesão hepática medicamentosa
BProvávelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
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Que lesão de órgão alanina pode causar? lesão hepática medicamentosa, síndrome do óleo tóxico, arritmia cardíaca, nefropatia, bradicardia, lesão renal aguda, insuficiência renal, exantema medicamentoso, estomatite, lesões orais, citopenia, eosinofilia, miopatia, síndrome da eosinofilia-mialgia, prolongamento do intervalo QT, trombocitopenia, cardiopatia congênita, doença genética, úlcera péptica, colite, gastroenterite, hipertensão arterial, leucopenia, proteinúria, psoríase, retinopatia, sangramento gastrointestinal, síndrome de Fanconi, trombose, tumor de pele, úlcera gástrica, pneumonite intersticial, torsades de pointes, colestase, insuficiência hepática aguda, agranulocitose, convulsão, parkinsonismo, neuropatia periférica, alucinação, amnésia, artrite, artropatia, colecistite, colite ulcerosa, demência, doença autoimune, doença cerebrovascular, doença da vesícula biliar, doença de Alzheimer, doença do neurônio motor, doença inflamatória intestinal, edema cerebral, esclerose lateral amiotrófica, espasmo, exantema, flebite, glicosúria, hemorragia intracraniana, hidradenitis, hidrosadenite, hipoalbuminemia, hipoproteinemia, imunodeficiência, insuficiência hepática, linfocitopenia, malformações cefálicas congênitas, mielopatia, neuropatia óptica, neutropenia, obstrução intestinal, osteoartrite, pancreatite, parada cardíaca, penfigoide bolhoso, perturbação cognitiva, perturbações do controlo dos impulsos, pneumonia, polineuropatia, taquicardia, taquicardia ventricular, taupatia, transtorno motor, trauma facial, traumatismo craniano, tremor, tromboflebite, trombose venosa e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Epidemia espanhola de 1981, óleo de colza desnaturado com anilina: pneumonite com eosinofilia que virou esclerodermia e neuropatia. É o lembrete de que adulterante de excipiente também é toxicidade.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.