Tranilcipromina

Que lesão de órgão tranilcipromina pode causar? hipertensão arterial, confusão, delirium, trombocitopenia, citopenia, insônia, perda de consciência, síndrome serotoninérgica, arritmia cardíaca, dissonia, doença cerebrovascular, hemorragia intracraniana, hipotensão arterial, síndrome do desejo sexual hipoativo, transtornos do humor, convulsão, hemorragia intracerebral, hemorragia subaracnóide, mioclonia, taquicardia, síndrome de diferenciação, lesão renal aguda, síndrome neuroléptica maligna, alucinação, coagulação intravascular disseminada, coagulopatia, coma, diátese hemorrágica, disfunção erétil, epilepsia, hipotensão postural, insuficiência renal, nefropatia, síncope, transtorno bipolar, tremor, trombofilia, cardiomiopatia, bradicardia, lesão hepática medicamentosa, neuropatia periférica, angina, anomalias craniofaciais, arterite, cardiopatia congênita, choreia, distonia, doença de Menière, doença ocular, epilepsia focal, espasmo, fibrilação auricular, flutter atrial, hipercinesia, hipersonia, hipertonia, hiperventilação, lesões orais, miopatia, parestesia, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, polineuropatia, rigidez Muscular, transtorno respiratório, vasculite e xerostomia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Trombocitopenia

BProvávelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
8 de 9 artigos

Síndrome serotoninérgica

CPossívelNeurológica

Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.

Relatos no FAERS:
11
ROR:
10,9 (IC 95% 619,7)
Literatura:
5 de 9 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
3 artigos

Síndrome de diferenciação

CPossívelRespiratória

Febre, ganho de peso, infiltrado e hipotensão nas primeiras três semanas de ATRA ou trióxido de arsênio na leucemia promielocítica. Dexametasona na suspeita, antes de confirmar: esperar é o que mata.

Literatura:
2 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
2 artigos

Síndrome neuroléptica maligna

CPossívelNeurológica

Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.

Literatura:
2 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.