Posaconazol

Que lesão de órgão posaconazol pode causar? hipertensão arterial, neuropatia periférica, periostite, diabetes insipidus nefrogênico, prolongamento do intervalo QT, torsades de pointes, colestase, lesão hepática medicamentosa, dRESS, agranulocitose, citopenia, leucopenia, neutropenia, exantema medicamentoso, doença genética, arritmia cardíaca, doença óssea, nefropatia, lesão renal aguda, alucinação, cardiopatia congênita, erro metabólico hereditário, hiperaldosteronismo, insuficiência renal, lesões orais, micose pulmonar, aspergilose pulmonar, gastroenterite, lipidose, miopatia, pneumonite intersticial, insuficiência cardíaca, calázio, cetoacidose diabética, cisto, diabetes insípida, diabetes mellitus, dissonia, doença autoimune, doença de Addison, doença desmielinizante, eosinofilia, eritema, estupor, fibrilação auricular, fraqueza muscular, hiperostose, hipersensibilidade respiratória, hipersonia, hipertensão intracraniana idiopática, íleo paralítico, insuficiência adrenal, leucemia, leucemia mieloide, leucemia mieloide aguda, neuropatia óptica, nevralgia, obstrução intestinal, pancitopenia, pancreatite, papiledema, parada cardíaca, perda de consciência, perturbação sensorial, pneumonite de hipersensibilidade, proteinúria, pseudo-obstrução intestinal, síndrome de Cushing, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, síndrome inflamatória de reconstituição imune, taquicardia, taquicardia ventricular, tricosporonose e xerostomia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Neuropatia periférica

BProvávelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
4 de 5 artigos

Poliúria hipotônica que não responde à desmopressina. O lítio é o exemplo que se ensina, e o efeito pode persistir depois de anos de uso.

Relatos no FAERS:
15
ROR:
4,1 (IC 95% 2,56,9)
Literatura:
1 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Relatos no FAERS:
93
ROR:
3,2 (IC 95% 2,63,9)
Literatura:
3 artigos

Torsades de pointes

CPossívelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Relatos no FAERS:
14
ROR:
2,3 (IC 95% 1,43,9)
Literatura:
1 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Relatos no FAERS:
36
ROR:
2 (IC 95% 1,52,8)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
101
ROR:
1,5 (IC 95% 1,21,8)
Literatura:
9 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Relatos no FAERS:
13
ROR:
0,7 (IC 95% 0,41,1)
Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Relatos no FAERS:
84
ROR:
0,5 (IC 95% 0,40,6)
Literatura:
19 de 74 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
11
ROR:
0 (IC 95% 00)
Literatura:
5 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
3 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.