Metoxiflurano

Que lesão de órgão metoxiflurano pode causar? nefropatia, insuficiência renal, lesão hepática medicamentosa, lesão renal aguda, poliúria, diabetes insípida, uremia, arritmia cardíaca, transtorno respiratório, complicações na gravidez, insuficiência renal crônica, insuficiência respiratória, cálculo renal, retinopatia, cirrose hepática, hipotensão arterial, taquicardia, esteatose hepática, síndrome nefrótica, aborto espontâneo, acidose respiratória, encefalopatia hepática, insuficiência hepática, miopatia, nefrite, parada cardíaca, paralisia, transtorno puerperal, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico, insuficiência cardíaca, bradicardia, colestase, convulsão, acidose tubular renal, anafilaxia, anoxia perinatal, apneia, atelectasia, atonia uterina, coagulação intravascular disseminada, coagulopatia, diabetes mellitus, diátese hemorrágica, distócia, distúrbios do sistema vestibular, doença autoimune, doença dos brônquios, doença genética, doença óssea, edema cerebral, eosinofilia, fibrilhação ventricular, flebite, glomerulonefrite, hemorragia pós-parto, hipertensão arterial, hipertonia, hiperventilação, icterícia neonatal, miastenia grave, necrose tubular aguda, nefropatia diabética, oligúria, osteosclerose, paraplegia, parestesia, patologia uterina, periostite, proteinúria, rabdomiólise, rigidez Muscular, sangramento uterino anormal, sarcoma, síndrome paraneoplásica, tosse, transtorno alimentar, trombofilia, tromboflebite, trombose, trombose venosa, vasculite e vertigem.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
55 de 72 artigos

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
49 de 58 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
2 artigos

Síndrome nefrótica

CPossívelRenal

Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.

Literatura:
2 artigos

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
1 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
1 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.