Losartana

Que lesão de órgão losartana pode causar? urticária e angioedema, angioedema, tosse, enteropatia tipo espru, esteatose hepática, lesão renal aguda, infarto do miocárdio, edema pulmonar não cardiogênico, bradicardia, exantema medicamentoso, fotossensibilidade, trombocitopenia, lesão hepática medicamentosa, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, transtorno respiratório, nefropatia, insuficiência renal, hipotensão arterial, perturbação sensorial, complicações na gravidez, anemia, anafilaxia, hipertensão arterial, lesões orais, pancreatite, arritmia cardíaca, coagulopatia, diátese hemorrágica, disgeusia, hipersensibilidade de tipo III, oligo-hidrâmnio, púrpura, vasculite, tosse por IECA, coronariopatias, diabetes mellitus, doença autoimune, estomatite, hipertensão arterial essencial, miopatia, psoríase, púrpura de Henoch-Schönlein, hemorragia alveolar difusa, cardiomiopatia, afta, ageusia, cardiomegalia, catalepsia patológica, ceratodermia palmoplantar, cirrose hepática, citopenia, crescimento intra uterino restrito, diabetes mellitus tipo 2, disfunção erétil, distúrbio da Pigmentação, doença celíaca, doença da córnea, doença do sistema linfático, doença genética, doença hepática gordurosa não alcoólica, doença periodontal, eritema, eritema multiforme, esclerose sistêmica, exantema, faringite, fibrilação auricular, hiperpigmentação, hipotensão postural, insuficiência renal crônica, insuficiência respiratória, má-absorção intestinal, parto pré-termo, penfigoide bolhoso, perda de consciência, púrpura trombocitopênica idiopática, queratose, rabdomiólise, síncope, trauma facial, traumatismo craniano, trombose, trombose coronariana, vasoespasmo coronariano e xerostomia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Urticária e angioedema

BProvávelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Relatos no FAERS:
1.496
ROR:
0,6 (IC 95% 0,60,6)
Literatura:
23 de 33 artigos

Enteropatia tipo espru

CPossívelDigestiva

Diarreia crônica com perda de peso e atrofia vilositária que imita doença celíaca — mas com sorologia negativa e sem resposta à dieta sem glúten. Some semanas depois de suspender a olmesartana, e meses de investigação se resolvem com uma pergunta.

Relatos no FAERS:
133
ROR:
2,7 (IC 95% 2,33,2)
Literatura:
1 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Relatos no FAERS:
468
ROR:
2,5 (IC 95% 2,22,7)
Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
9.686
ROR:
2,4 (IC 95% 2,32,4)
Literatura:
8 de 42 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Relatos no FAERS:
5.400
ROR:
2,3 (IC 95% 2,32,4)
Literatura:
1 artigos

Edema pulmonar não cardiogênico

CPossívelRespiratória

Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.

Relatos no FAERS:
940
ROR:
1,8 (IC 95% 1,71,9)
Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Relatos no FAERS:
924
ROR:
1,2 (IC 95% 1,21,3)
Literatura:
2 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
7.259
ROR:
1 (IC 95% 11,1)
Literatura:
5 de 5 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Relatos no FAERS:
250
ROR:
1 (IC 95% 0,91,2)
Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
1.527
ROR:
0,7 (IC 95% 0,60,7)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
226
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
5 de 10 artigos

Tosse por IECA

CPossívelRespiratória

Tosse seca que começa de uma semana a meses depois do IECA e não cede a xarope nenhum. Some em até quatro semanas depois de suspender, e a troca por um bloqueador do receptor mantém o benefício sem trazer a tosse de volta. É a causa mais comum de o paciente abandonar o anti-hipertensivo por conta própria.

Literatura:
2 artigos

Hemorragia alveolar difusa

CPossívelRespiratória

Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.

Relatos no FAERS:
7
Literatura:
1 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.