Que lesão de órgão losartana pode causar? urticária e angioedema, angioedema, tosse, enteropatia tipo espru, esteatose hepática, lesão renal aguda, infarto do miocárdio, edema pulmonar não cardiogênico, bradicardia, exantema medicamentoso, fotossensibilidade, trombocitopenia, lesão hepática medicamentosa, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, transtorno respiratório, nefropatia, insuficiência renal, hipotensão arterial, perturbação sensorial, complicações na gravidez, anemia, anafilaxia, hipertensão arterial, lesões orais, pancreatite, arritmia cardíaca, coagulopatia, diátese hemorrágica, disgeusia, hipersensibilidade de tipo III, oligo-hidrâmnio, púrpura, vasculite, tosse por IECA, coronariopatias, diabetes mellitus, doença autoimune, estomatite, hipertensão arterial essencial, miopatia, psoríase, púrpura de Henoch-Schönlein, hemorragia alveolar difusa, cardiomiopatia, afta, ageusia, cardiomegalia, catalepsia patológica, ceratodermia palmoplantar, cirrose hepática, citopenia, crescimento intra uterino restrito, diabetes mellitus tipo 2, disfunção erétil, distúrbio da Pigmentação, doença celíaca, doença da córnea, doença do sistema linfático, doença genética, doença hepática gordurosa não alcoólica, doença periodontal, eritema, eritema multiforme, esclerose sistêmica, exantema, faringite, fibrilação auricular, hiperpigmentação, hipotensão postural, insuficiência renal crônica, insuficiência respiratória, má-absorção intestinal, parto pré-termo, penfigoide bolhoso, perda de consciência, púrpura trombocitopênica idiopática, queratose, rabdomiólise, síncope, trauma facial, traumatismo craniano, trombose, trombose coronariana, vasoespasmo coronariano e xerostomia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Diarreia crônica com perda de peso e atrofia vilositária que imita doença celíaca — mas com sorologia negativa e sem resposta à dieta sem glúten. Some semanas depois de suspender a olmesartana, e meses de investigação se resolvem com uma pergunta.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Tosse seca que começa de uma semana a meses depois do IECA e não cede a xarope nenhum. Some em até quatro semanas depois de suspender, e a troca por um bloqueador do receptor mantém o benefício sem trazer a tosse de volta. É a causa mais comum de o paciente abandonar o anti-hipertensivo por conta própria.
Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.