Hipersensibilidade respiratória
BProvávelRespiratória- Literatura:
- 161 de 346 artigos
Que lesão de órgão isocianatos pode causar? hipersensibilidade respiratória, doença dos brônquios, asma, doença pulmonar obstrutiva, asma ocupacional, bronquite, asma por isocianato, pneumonite intersticial, pneumonite de hipersensibilidade, síndrome de disfunção reativa das vias aéreas, hiper-reatividade brônquica, transtorno respiratório, lesão hepática medicamentosa, edema pulmonar não cardiogênico, rinite, fibrose pulmonar, urticária e angioedema, dispneia, eczema, eosinofilia, insuficiência respiratória, neoplasia das vias respiratórias, obstrução das vias aéreas, tosse, tumor pulmonar, síndrome do desconforto respiratório agudo, colestase, meta-hemoglobinemia, exantema medicamentoso, adenocarcinoma, bronquiolite, carcinogênese, carcinoma, displasia, doença pulmonar obstrutiva crônica, miopatia, perturbação sensorial, trauma facial, traumatismo craniano, pneumonia eosinofílica aguda, convulsão, dRESS, pneumonia intersticial não específica, pneumonia eosinofílica crônica, aborto espontâneo, adenoma, alergia ao látex, alucinação, artralgia, artropatia, bronquite crônica, catarata, cirrose hepática, complicações na gravidez, congestão nasal, conjuntivite, conjuntivite alérgica, dermatite atópica, disidrose, doença da mama, doença do pé, doença do sistema nervoso central, doença genética, eritema, febre dos fenos, feocromocitoma, hemorragia intraocular, hiperalgesia, hiperemia, hipersensibilidade de tipo III, neoplasia da mama, neoplasia da próstata, parestesia, perturbação cognitiva, prurido, rabdomiólise, retinopatia, rinite alérgica perene, síndrome compartimental, tumor neuroendócrino e úlcera.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Tinta de poliuretano e espuma. A resposta é tardia, aparece horas depois do turno, e uma vez sensibilizado não há dose segura: a conduta é afastar, não reduzir.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Asma que começa numa única exposição alta a irritante — cloro, amônia, fumaça — em quem nunca teve asma. A hiper-reatividade dura anos; é o diagnóstico que transforma um acidente em doença ocupacional.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Febre e hipoxemia que abrem em dias, com eosinófilo no lavado e sangue normal — o hemograma limpo é o que faz descartar a hipótese cedo demais. Daptomicina e o início recente do tabagismo são as duas histórias clássicas. Responde ao corticoide em horas e recidiva se a droga voltar, o que serve de prova retrospectiva.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Vidro fosco com reticulado poupando a região subpleural, homogêneo no tempo — e é justamente a homogeneidade que separa da fibrose pulmonar idiopática. Padrão frequente de dano por metotrexato, amiodarona e quimioterápico, e o que mais melhora ao suspender.
Infiltrado periférico em "edema pulmonar invertido", com semanas de tosse, febre e perda de peso. Derrete com corticoide e recidiva ao desmamar — e recidiva de novo se o fármaco que a causou voltar sem que ninguém tenha ligado os dois.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.