Citopenia
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Que lesão de órgão idarrubicina pode causar? citopenia, leucopenia, agranulocitose, neutropenia, síndrome de diferenciação, trombocitopenia, gastroenterite, cardiomiopatia, arritmia cardíaca, sangramento gastrointestinal, lesões orais, exantema medicamentoso, leucemia, lesão hepática medicamentosa, anemia, estomatite, leucemia mieloide, pancitopenia, insuficiência cardíaca, miocardite, colite, distúrbio da Pigmentação, enterocolite, hiperpigmentação, miliária, nefropatia, taquicardia, bradicardia, alopécia, disfunção ventricular esquerda, insuficiência renal, leucemia linfoide, leucemia mieloide aguda, micose pulmonar, síndrome mielodisplásica, taquicardia supraventricular, hemorragia alveolar difusa, pneumonite por recall de radiação, infarto do miocárdio, pericardite, lesão renal aguda, anemia aplástica, neuropatia periférica, leucostase pulmonar, angiodisplasia, aplasia de medula óssea, aspergilose pulmonar, bloqueio de ramo, bolha, cardiomegalia, cardiomiopatia dilatada, celulite, cistite, complicações na gravidez, confusão, conjuntivite, delirium, doença da bexiga, doença da vesícula biliar, doença genética, doença óssea, estenose do esófago, exantema, fibrilhação ventricular, hematemese, hidradenitis, leucemia aguda bifenotípica, leucemia mielomonocítica aguda, leucemia promielocítica aguda, leucocitose, necrose avascular, parada cardíaca, patologia uterina, proteinúria, sangramento uterino anormal, síndrome do nó sinusal, síndrome paraneoplásica, taquicardia ventricular, transtornos linfoproliferativos e trombose.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Febre, ganho de peso, infiltrado e hipotensão nas primeiras três semanas de ATRA ou trióxido de arsênio na leucemia promielocítica. Dexametasona na suspeita, antes de confirmar: esperar é o que mata.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.
Pneumonite que reacende dentro do campo já irradiado, às vezes meses depois, quando entra a quimioterapia — gencitabina e taxano são os nomes de sempre. O infiltrado obedece ao desenho do campo de radioterapia e não à anatomia do lobo, e é isso que separa de progressão e de infecção.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Hipoxemia com leucometria muito alta, em que o próprio leucócito entope o capilar. O fator de crescimento e o ATRA sobem a contagem e podem precipitar — e transfundir hemácia antes de baixar a leucometria piora.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.