Úlcera péptica
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Que lesão de órgão flurbiprofeno pode causar? úlcera péptica, sangramento gastrointestinal, lesão renal aguda, nefropatia, úlcera gástrica, exantema medicamentoso, insuficiência renal, lesão hepática medicamentosa, nefrite, nefrite intersticial aguda, doença dos brônquios, cardiomiopatia, miocardite, colestase, asma, doença autoimune, gastroenterite, hiperalgesia, hiperemia, hipersensibilidade respiratória, lesões orais, perturbação sensorial, broncoespasmo, asma por aspirina, anemia hemolítica, convulsão, parkinsonismo, urticária e angioedema, miocardite eosinofílica, erupção fixa por droga, acidente isquémico transitório, adenoma, afta, amnésia, anafilaxia, anemia, angiodisplasia, angioedema, artrite, artropatia, cirrose hepática, colite, colite ulcerosa, confusão, delirium, dermatite herpetiforme, doença cerebrovascular, doença genética, doença inflamatória intestinal, doença óssea, doença pulmonar obstrutiva, eritema, estado asmático, estomatite, faringite, gastrite, glomerulonefrite, hematúria, hipersensibilidade de tipo III, hipertensão ocular, isquémia cerebral, necrose das papilas renais, nefropatia membranosa, osteoartrite, osteoporose, pancreatite, papiloma, perdigoto, peritonite, perturbação do neurodesenvolvimento, polipose adenomatosa familiar, síndrome coronária aguda, trauma facial, traumatismo craniano, trombose, tumor de pele, úlcera duodenal, uveíte e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Asma com pólipo nasal que piora depois de AAS ou de qualquer anti-inflamatório não seletivo — a tríade de Samter. Não é alergia, é a via da cicloxigenase, e por isso o coxibe e o paracetamol em dose baixa costumam passar. Escrever "alérgico a AAS" no prontuário é o que faz o paciente perder o antiagregante depois do infarto.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Reação de hipersensibilidade no miocárdio, com eosinofilia no sangue em boa parte dos casos e sem relação com a dose. Clozapina é a causa clássica na primeira semana; antibiótico e anticonvulsivante entram pelo mesmo caminho do DRESS.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.