Exantema medicamentoso
BProvávelCutâneaO mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
- Literatura:
- 66 artigos
Que lesão de órgão clofazimina pode causar? exantema medicamentoso, distúrbio da Pigmentação, hiperpigmentação, arritmia cardíaca, prolongamento do intervalo QT, cardiopatia congênita, anemia, doença da córnea, meta-hemoglobinemia, histiocitose, ictiose, linfedema, lesão hepática medicamentosa, neuropatia periférica, queratose, anemia hemolítica, citopenia, gastroenterite, lesões orais, retinopatia, trombocitopenia, dRESS, complicações na gravidez, doença genética, eosinofilia, hipopigmentação, nefropatia, neurite, obstrução intestinal, perturbação sensorial, transtorno auditivo, uveíte, vasculite, pneumonite intersticial, pneumonia eosinofílica, lesão renal aguda, agranulocitose, anemia aplástica, fotossensibilidade, aborto espontâneo, aplasia de medula óssea, artrite, artropatia, asma, coagulopatia, diabetes mellitus, doença do baço, doença do neurônio motor, doença do pé, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, enterite, eritema, eritema nodoso, eritrodermia, erro metabólico hereditário, gastrite, granuloma, hemoptise, hemorragia intraocular, hipersensibilidade de tipo III, hipersensibilidade respiratória, insuficiência renal, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, leucopenia, lipidose, má-absorção intestinal, melanose, paralisia, pneumonia, púrpura, retinite pigmentosa, retinopatia diabética, síndrome de Melkersson-Rosenthal, síndrome hipereosinofílica, síndrome inflamatória de reconstituição imune, surdez, transtornos linfoproliferativos e vitiligo.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.