Convulsão
CPossívelNeurológicaPor rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
- Relatos no FAERS:
- 239
- ROR:
- 0,9 (IC 95% 0,8–1)
- Literatura:
- 1 artigos
Que lesão de órgão atomoxetina pode causar? convulsão, perturbação do neurodesenvolvimento, complicações na gravidez, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, priapismo, arritmia cardíaca, hipertensão arterial, perturbação de ansiedade, síndrome de ekbom, síndrome de taquicardia postural ortostática, transtorno do espectro esquizofrênico, transtorno obsessivo-compulsivo, cardiomiopatia, síndrome serotoninérgica, acidente vascular cerebral, alopécia, cardiopatia congênita, disfunção erétil, disfunção ventricular esquerda, dissonia, distonia, distúrbio da Pigmentação, doença cerebrovascular, doença de Raynaud, exantema, glaucoma, hiperidrose, hipertensão ocular, hipopigmentação, hipotensão arterial, hipotensão postural, insônia, lesões orais, mania, miocardiopatia de takotsubo, patologia uterina, perturbação cognitiva, perturbações do controlo dos impulsos, retenção urinária, sangramento uterino anormal, síndrome do desejo sexual hipoativo, transtorno bipolar, transtorno de tique, transtornos do humor, tricotilomania, trombose e vitiligo.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.