Que lesão de órgão selegilina pode causar? síndrome serotoninérgica, hipertensão arterial, parkinsonismo, alucinação, hipotensão arterial, perturbação sensorial, transtornos do humor, arritmia cardíaca, dissonia, feocromocitoma, hipotensão postural, insônia, lesões orais, perturbações do controlo dos impulsos, síndrome do desejo sexual hipoativo, transtorno bipolar, tumor neuroendócrino, prolongamento do intervalo QT, convulsão, exantema medicamentoso, anorexia nervosa, ataxia, cardiopatia congênita, coma, doença da bexiga, jogo de apostas, mioclonia, parafilia, perda de consciência, perturbação de ansiedade, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbações da marcha, transtorno alimentar, transtorno de pânico, transtorno de personalidade, transtorno de tique, travestismo, úlcera bucal e xerostomia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.