Lesão hepática medicamentosa
BProvávelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
- Literatura:
- 19 artigos
Que lesão de órgão nefazodona pode causar? lesão hepática medicamentosa, síndrome do desejo sexual hipoativo, perturbação sensorial, insuficiência hepática, perturbação visual, insuficiência hepática aguda, arritmia cardíaca, rabdomiólise, miopatia, transtorno bipolar, transtornos do humor, dissonia, priapismo, prolongamento do intervalo QT, convulsão, cardiopatia congênita, citopenia, hipotensão arterial, insônia, leucopenia, parestesia, perturbação de ansiedade, taquicardia, torsades de pointes, agranulocitose, síndrome serotoninérgica, síndrome neuroléptica maligna, parkinsonismo, anafilaxia, coma, confusão, dermatopatia, disfunção erétil, distonia, insuficiência adrenal, lesões orais, miosite, neutropenia, pancreatite, parassonia, perda de consciência, retinopatia, síndrome das pernas inquietas, taquicardia sinusal, taquicardia supraventricular, taquicardia ventricular, transtorno de pânico, transtorno obsessivo-compulsivo e xerostomia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.