Tremor
BProvávelNeurológica- Literatura:
- 10 de 18 artigos
Que lesão de órgão pimozida pode causar? tremor, parkinsonismo, arritmia cardíaca, prolongamento do intervalo QT, cardiopatia congênita, distonia, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, perturbação de ansiedade, perturbação do neurodesenvolvimento, transtornos do humor, bradicardia, discinesia tardia, catalepsia patológica, complicações na gravidez, doença da mama, transtorno ligado à angústia de separação, transtorno puerperal, convulsão, exantema medicamentoso, adenocarcinoma, carcinoma, condição pré-maligna, disfagia, disfunção erétil, dissonia, doença genética, epilepsia, fobia, galactorreia, hipercinesia, hipertensão arterial, hipertonia, hipotensão arterial, insônia, lesões orais, miopatia, neoplasia da mama, perturbação cognitiva, poliúria, ptose, síndrome de Tourette, síndrome do desejo sexual hipoativo, tique, transtorno de tique, transtorno obsessivo-compulsivo, úlcera duodenal e úlcera péptica.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Movimentos orofaciais depois de meses a anos de bloqueio dopaminérgico. Pode ser permanente, e aumentar a dose mascara antes de piorar.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.