Arritmia cardíaca
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Que lesão de órgão asenapina pode causar? arritmia cardíaca, distonia, prolongamento do intervalo QT, cardiopatia congênita, catalepsia patológica, dissonia, hipercinesia, perturbação sensorial, síndrome neuroléptica maligna, complicações na gravidez, hipoestesia, insônia, parassonia, cardiomiopatia, miocardite, lesão hepática medicamentosa, convulsão, exantema medicamentoso, disgeusia, dispraxia, doença da laringe, epilepsia, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, hipersonia, lesões orais, miose, pancreatite, perturbação cognitiva, perturbação do neurodesenvolvimento, pitiríase, pitiríase rósea, síndrome das pernas inquietas, síndrome paraneoplásica, sonambulismo e transtornos do humor.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.