Síndrome neuroléptica maligna
CPossívelNeurológicaRigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
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Que lesão de órgão flupentixol pode causar? síndrome neuroléptica maligna, distonia, transtornos do humor, hipertonia, miopatia, rigidez Muscular, lesão hepática medicamentosa, parkinsonismo, exantema medicamentoso, disfagia, doença da laringe, transtorno bipolar, agranulocitose, convulsão, arritmia cardíaca, choreia, citopenia, coagulopatia, coma, dissonia, distúrbio da voz, epilepsia, equimose, eritema, esquizofrenia, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, insônia, insuficiência respiratória, jogo de apostas, lesões orais, leucopenia, obstrução das vias aéreas, perda de consciência, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, perturbação visual, perturbações do controlo dos impulsos, priapismo, púrpura, retinopatia, taquicardia, transtorno do espectro esquizofrênico, transtorno respiratório, tremor e xerostomia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.