Sertindol

Que lesão de órgão sertindol pode causar? arritmia cardíaca, prolongamento do intervalo QT, cardiopatia congênita, taquicardia, torsades de pointes, taquicardia ventricular, perturbação cognitiva, convulsão, distonia, perda de consciência, perturbação do neurodesenvolvimento, bloqueio atrioventricular, síndrome neuroléptica maligna, bloqueio de ramo, catalepsia patológica, contração ventricular prematura, dificuldade de aprendizagem, dissonia, doença da laringe, doença ocular, esquizofrenia, estado de mal epilético, estereotipias motoras, hipercinesia, insônia, síncope, transtorno da comunicação, transtorno do espectro esquizofrênico, trombose e trombose venosa.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
11 de 11 artigos

Torsades de pointes

BProvávelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Literatura:
6 de 6 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
3 artigos

Bloqueio atrioventricular

CPossívelCardíaca

Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.

Literatura:
1 artigos

Síndrome neuroléptica maligna

CPossívelNeurológica

Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.