Que lesão de órgão amissulprida pode causar? síndrome neuroléptica maligna, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, convulsão, arritmia cardíaca, prolongamento do intervalo QT, cardiopatia congênita, lesões orais, perdigoto, torsades de pointes, bradicardia, discinesia tardia, coma, disfemia, distonia, distúrbio da fala, incontinência urinária, leucocitose, pancreatite, perda de consciência, taquicardia, taquicardia ventricular, transtorno bipolar, transtorno da comunicação, transtornos do humor e tumor cerebral.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
- Relatos no FAERS:
- 225
- ROR:
- 70,1 (IC 95% 61,3–80,2)
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
CPossívelBucal e dentária
CPossívelBucal e dentária
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Movimentos orofaciais depois de meses a anos de bloqueio dopaminérgico. Pode ser permanente, e aumentar a dose mascara antes de piorar.
- Relatos no FAERS:
- 4
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.