Arritmia cardíaca
BProvávelCardíaca- Literatura:
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Que lesão de órgão domperidona pode causar? arritmia cardíaca, prolongamento do intervalo QT, cardiopatia congênita, taquicardia, taquicardia ventricular, galactorreia, torsades de pointes, distonia, doença da mama, complicações na gravidez, transtorno puerperal, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, catalepsia patológica, fibrilhação ventricular, ginecomastia, parada cardíaca, infarto do miocárdio, fibrilação auricular, gastroparesia, paralisia, bradicardia, esteatose hepática, agranulocitose, síndrome neuroléptica maligna, parkinsonismo, discinesia tardia, exantema medicamentoso, adenoma, citopenia, doença autoimune, doença genética, epilepsia, eritema, exantema, hipertensão arterial, leucopenia, lúpus eritematoso sistêmico, miopatia, neoplasia da mama, neutropenia, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação sensorial, prolactinoma, rabdomiólise, retenção urinária, síndrome de Brugada, síndrome de Reye e tumor cerebral.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Movimentos orofaciais depois de meses a anos de bloqueio dopaminérgico. Pode ser permanente, e aumentar a dose mascara antes de piorar.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.