Rosuvastatina

Que lesão de órgão rosuvastatina pode causar? lesão hepática medicamentosa, mialgia, miopatia necrosante imunomediada, nefrite intersticial aguda, lesão renal aguda, neuropatia periférica, exantema medicamentoso, pneumonite intersticial, prolongamento do intervalo QT, anemia hemolítica, disfunção cardíaca por terapia oncológica, miopatia, rabdomiólise, nefropatia, insuficiência renal, diabetes mellitus, pancreatite, arritmia cardíaca, cardiopatia congênita, anemia, diabetes mellitus tipo 2, hematúria, hipertensão arterial, perturbação sensorial, tendinopatia, erupção fixa por droga, acidente isquémico transitório, arteriosclerose, aterosclerose, disartria, disfunção cognitiva, disfunção erétil, disfunção ventricular esquerda, distúrbio da fala, doença autoimune, doença cerebrovascular, doença da córnea, doença torácica, fraqueza muscular, glaucoma, hiperalgesia, hipertensão arterial essencial, hipertensão ocular, hipotensão arterial, íleo paralítico, isquémia cerebral, lesões orais, leucemia, leucemia mieloide, leucemia mieloide aguda, necrose tubular aguda, nefrite, nevralgia, obstrução intestinal, perturbação cognitiva, proteinúria, pseudo-obstrução intestinal, síndrome do desejo sexual hipoativo, tosse, transtorno auditivo, transtorno da comunicação, transtorno respiratório e zumbido.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
1.062
ROR:
1,1 (IC 95% 11,1)
Literatura:
11 de 22 artigos

Miopatia necrosante imunomediada

CPossívelMusculoesquelética

Fraqueza proximal com CK muito alta que continua piorando depois de suspender a estatina — é o que separa da mialgia comum. Anticorpo anti-HMGCR confirma, e o tratamento é imunossupressão, não só retirada.

Relatos no FAERS:
38
ROR:
6,7 (IC 95% 4,89,4)
Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Relatos no FAERS:
715
ROR:
3,3 (IC 95% 3,13,6)
Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
12.107
ROR:
2,8 (IC 95% 2,72,8)
Literatura:
12 de 47 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Relatos no FAERS:
4.255
ROR:
1,5 (IC 95% 1,41,5)
Literatura:
4 de 16 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
7.506
ROR:
1 (IC 95% 11)
Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
857
ROR:
1 (IC 95% 0,91)
Literatura:
1 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Relatos no FAERS:
57
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
3 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Relatos no FAERS:
18
ROR:
0,1 (IC 95% 00,1)
Literatura:
1 artigos

Queda da fração de ejeção durante ou depois do tratamento do câncer. A da antraciclina depende da dose acumulada e costuma ficar; a do trastuzumabe não depende e costuma voltar ao suspender — por isso a conduta diante do mesmo número é diferente.

Relatos no FAERS:
10
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
1 artigos

Erupção fixa por droga

CPossívelCutânea

Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.