Distonia
BProvávelNeurológica- Literatura:
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Que lesão de órgão proclorperazina pode causar? distonia, parkinsonismo, cardiopatia congênita, lesões orais, lesão hepática medicamentosa, síndrome neuroléptica maligna, miopatia, espasmo, transtorno respiratório, colestase, convulsão, exantema medicamentoso, arritmia cardíaca, distúrbio da fala, hipertonia, insuficiência respiratória, obstrução das vias aéreas, perturbação sensorial, taquicardia, transtorno da comunicação, fotossensibilidade, erupção fixa por droga, artropatia, catalepsia patológica, complicações na gravidez, doença da laringe, hipercinesia, luxação, tremor, prolongamento do intervalo QT, torsades de pointes, afonia, anomalias craniofaciais, atetose, catarata, diabetes gestacional, diabetes mellitus, diplopia, disartria, disfagia, disfemia, disfunção de pregas vocais, displasia de desenvolvimento da anca, dispneia, distúrbio da Pigmentação, distúrbio da voz, distúrbios do sistema vestibular, doença de depósito lisossômico, doença genética, encefalopatia hepática, epiglotite, erro metabólico hereditário, espasticidade, fenda palatina, hidrocefalia, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, hipertensão arterial, hipotensão arterial, hipotensão postural, insuficiência hepática, laringoespasmo, malformações cefálicas congênitas, micrognatismo, mucopolissacaridose, neurite óptica, neuropatia óptica, obstrução intestinal, pé torto, perdigoto, perturbação de ansiedade, picnodisostose, rigidez Muscular, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, supraglotite, taquicardia ventricular e vertigem.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.