Convulsão
CPossívelNeurológicaPor rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
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Que lesão de órgão pentilenotetrazol pode causar? convulsão, epilepsia, estado de mal epilético, perturbação cognitiva, disfunção cognitiva, epilepsia focal, crise de ausência, epilepsia do lobo temporal, convulsão febril, malformações cefálicas congênitas, perturbação do neurodesenvolvimento, amnésia, ataxia, catalepsia patológica, mioclonia, traumatismo craniano, complicações na gravidez, dificuldade de aprendizagem, doença cerebrovascular, doença genética, isquémia cerebral, perda de consciência, perturbação sensorial, transtorno da comunicação, transtorno respiratório, broncoespasmo, lesão hepática medicamentosa, colestase, esteatose hepática, neuropatia periférica, acidente isquémico transitório, acidente vascular cerebral, anemia, anemia ferropriva, colite, coma, demência, distúrbios do sistema vestibular, doença de Alzheimer, doença dos brônquios, doenças hipertensivas da gravidez, eclampsia, encefalite, espasmo, estereotipias motoras, fraqueza muscular, gastroenterite, hiperalgesia, infarto cerebral, insuficiência respiratória, miopatia, nefropatia, nevralgia, ptose, síncope, taupatia, transtorno bipolar, transtornos do humor e vertigem.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.