Digitoxina

Que lesão de órgão digitoxina pode causar? bloqueio de ramo, trombocitopenia, citopenia, perturbação sensorial, daltonismo, alucinação, confusão, delirium, arritmia cardíaca, taquicardia, bradicardia, lesão hepática medicamentosa, convulsão, fibrilhação ventricular, miopatia, perda de consciência, sangramento gastrointestinal, úlcera péptica, cardiomiopatia, taquicardia ventricular bidirecional, fibrilação auricular, flutter atrial, nefropatia, neoplasia, neurite óptica, neuropatia óptica, paralisia, síncope, taquicardia supraventricular, transtorno alimentar, úlcera duodenal, insuficiência cardíaca, lesão renal aguda, acidose respiratória, anorexia nervosa, coagulopatia, colite pseudomembranosa, coma, complicações na gravidez, cor pulmonale, demência, doença da mama, doença do sistema imunológico, enterocolite, escotoma, gastroenterite, ginecomastia, hipercinesia, hipotensão arterial, insuficiência renal, insuficiência respiratória, obstrução intestinal, parada cardíaca, peritonite, perturbação cognitiva, púrpura, rabdomiólise, retinopatia, síndrome do nó sinusal, síndrome hepatorrenal, taquicardia ventricular, transtorno respiratório e tremor.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Trombocitopenia

BProvávelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
14 de 22 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
7 de 24 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
5 de 7 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
5 de 12 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
2 artigos

QRS que alterna o eixo batida a batida: é quase assinatura de intoxicação digitálica, e aparece também com aconitina. Reconhecer o traçado é o diagnóstico — o nível sérico de digoxina demora e nem sempre acompanha.

Literatura:
2 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.