Tetracaína

Que lesão de órgão tetracaína pode causar? meta-hemoglobinemia, eritema, urticária e angioedema, úlcera de córnea, doença da córnea, exantema medicamentoso, arritmia cardíaca, ceratite, convulsão, bradicardia, perturbação sensorial, neuropatia periférica, hipotensão arterial, infeção ocular, anafilaxia, cegueira, parada cardíaca, lesão renal aguda, apneia, bloqueio de ramo, insuficiência renal, mielopatia, nefropatia, paralisia, transtorno respiratório, edema pulmonar não cardiogênico, insuficiência cardíaca, bloqueio atrioventricular, lesão hepática medicamentosa, insuficiência hepática aguda, anisocoria, balanopostite, coma, conjuntivite, derrame pericárdico, diplopia, distúrbio da Pigmentação, doença autoimune, doença vulvar, eczema, epilepsia, espasmo, estenose uretral, glaucoma, glossodínia, hemiplegia, hiperpigmentação, hipertensão ocular, insuficiência hepática, lesão da medula espinhal, lesões orais, malformações cefálicas congênitas, mielite transversa, paraplegia, perda de consciência, pneumonia, pneumonia por aspiração, polineuropatia, prurido, radiculopatia, síndrome paraneoplásica, taquicardia, taquicardia sinusal, taquicardia supraventricular, úlcera, úlcera gástrica, úlcera péptica e uveíte.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Meta-hemoglobinemia

BProvávelHematológica

Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.

Literatura:
19 de 20 artigos

Urticária e angioedema

BProvávelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
4 de 4 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
8 de 9 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
6 de 14 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
5 de 9 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
4 de 18 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
2 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Bloqueio atrioventricular

CPossívelCardíaca

Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.

Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
1 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.