Lesão hepática medicamentosa
BProvávelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
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Que lesão de órgão metiltestosterona pode causar? lesão hepática medicamentosa, colestase, adenocarcinoma, hepatocarcinoma, carcinoma, colestase intra-hepática da gravidez, acne, adenoma, cirrose hepática, coagulopatia, colangite, distúrbio da diferenciação sexual, doença das glândulas sebáceas, hipertensão arterial, hirsutismo, púrpura, cirrose biliar primária, doença genética, erro metabólico hereditário, infertilidade, transtornos do humor, cardiomiopatia, exantema medicamentoso, acantose nigricans, adenoma hepático, alopécia, anomalias craniofaciais, cisto, complicações na gravidez, diabetes mellitus, diabetes mellitus tipo 1, disfunção testicular, disgerminoma, distúrbio da Pigmentação, doença autoimune, doença da mama, doença da tireoide, emergência hipertensiva, fenda palatina, germinoma, ginecomastia, glicogenose, hiperdontia, hiperpigmentação, hipertiroidismo, hipolipoproteinemia, lesões orais, linfoma, linfoma não Hodgkin, melanose, nefropatia, neoplasia da próstata, paranoia, perturbação cognitiva, prurido, telangiectasia, transtorno bipolar, transtorno do espectro esquizofrênico, transtornos linfoproliferativos e tumor renal.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.