Estenose do esófago
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Que lesão de órgão hidróxido de sódio pode causar? estenose do esófago, gastroenterite, esofagite, doença da laringe, eritema, doença pulmonar obstrutiva, trauma facial, traumatismo craniano, doença da córnea, úlcera péptica, úlcera gástrica, ceratite, transtorno respiratório, doença dos brônquios, lesões orais, alopécia, arritmia cardíaca, infeção ocular, úlcera de córnea, exantema medicamentoso, bloqueio de ramo, bronquite, catarata, colite, disfagia, doença de Crohn, doença inflamatória intestinal, estenose de laringe, estenose pilórica, gastrite, insuficiência respiratória, malformação do aparelho respiratório, nefropatia, perturbação sensorial, síndrome do nó sinusal, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, broncoespasmo, derrame pleural, edema pulmonar não cardiogênico, fibrose pleural, infarto do miocárdio, pericardite, lesão renal aguda, pneumonite química, síndrome de disfunção reativa das vias aéreas, afonia, asma, bolha, cegueira, coagulopatia, colangite, conjuntivite, disfunção de pregas vocais, distúrbio da voz, doença do mediastino, doença do pé, doença torácica, eczema, edema da glote, engasgo, eosinofilia, fístula das vias respiratórias, fístula traqueoesofágica, hiperalgesia, hipersensibilidade respiratória, insuficiência renal, laringite, laringoespasmo, lesão pulmonar, parada cardíaca, pneumomediastino, pneumonia, pneumonia bacteriana, pneumonia pneumocócica, pneumotórax, sangramento gastrointestinal, taquicardia, tosse, traqueopatia e úlcera.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Espessamento que fica depois que o derrame sai, e restringe. Ergolínicos (bromocriptina, metisergida) e nitrofurantoína são os clássicos, e o dano é em boa parte irreversível — quem decide o desfecho é suspender cedo.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Lesão direta do epitélio por substância aspirada ou inalada, sem infecção no começo. Antibiótico de entrada não muda nada e atrapalha depois, quando a infecção secundária aparece de verdade.
Asma que começa numa única exposição alta a irritante — cloro, amônia, fumaça — em quem nunca teve asma. A hiper-reatividade dura anos; é o diagnóstico que transforma um acidente em doença ocupacional.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.