Valvopatia
BProvávelCardíacaFibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
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Que lesão de órgão pergolida pode causar? valvopatia, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, insuficiência aórtica, insuficiência Tricúspide, regurgitação mitral, derrame pleural, hipersonia, valvulopatia por droga, dissonia, perturbações do controlo dos impulsos, transtorno respiratório, fibrose pleural, pericardite, alucinação, doença gastrointestinal, narcolepsia, cardiomiopatia, atelectasia, dispneia, hipotensão arterial, parafilia, perturbação sensorial, síndrome do desejo sexual hipoativo, hipertensão pulmonar, insuficiência cardíaca, síndrome neuroléptica maligna, apneia, apneia de sono, artropatia, cardiomiopatia restritiva, choreia, confusão, contratura, dificuldade de aprendizagem, displasia fibromuscular, distonia, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, hipersensibilidade de tipo III, hipertensão arterial, hipotensão postural, insônia, insuficiência pulmonar, miopatia, paniculite, parassonia, perturbação cognitiva, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação visual, pneumonia, síndrome das pernas inquietas, tosse, transtorno da comunicação, tremor e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Espessamento fibrótico das valvas, com regurgitação que progride em silêncio: agonista dopaminérgico ergolínico e anorexígeno agem no receptor 5-HT2B do mesmo jeito que a carcinoide. Sopro novo em quem usa cabergolina pede ecocardiograma, não seguimento.
Espessamento que fica depois que o derrame sai, e restringe. Ergolínicos (bromocriptina, metisergida) e nitrofurantoína são os clássicos, e o dano é em boa parte irreversível — quem decide o desfecho é suspender cedo.
Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.