Pancurônio

Que lesão de órgão pancurônio pode causar? anafilaxia, taquicardia, broncoespasmo, hipotonia, arritmia cardíaca, paralisia, miopatia, transtorno respiratório, doença dos brônquios, insuficiência respiratória, bloqueio neuromuscular residual, hipertensão arterial, hipotensão arterial, parada cardíaca, bradicardia, fraqueza muscular, exantema medicamentoso, apneia, artropatia, coronariopatias, perturbação sensorial, tetraplegia, bloqueio de ramo, contratura, hipertonia, oftalmoplegia, paresia, perda auditiva sensorioneural, rabdomiólise, surdez, transtorno auditivo, edema pulmonar não cardiogênico, meta-hemoglobinemia, asma quase fatal, síndrome de rigidez torácica por opioide, asma, complicações na gravidez, dermatomiosite, distrofia muscular, doença do neurônio motor, doença genética, doença pulmonar obstrutiva, epilepsia, eritema, espasmo, espasticidade, fasciculação, fibrilhação ventricular, hipersensibilidade respiratória, hipoventilação, miosite, nefropatia, pancreatite, paralisia respiratória, perturbação de ansiedade, perturbação de stresse pós-traumático, perturbação visual, pneumonia, pneumonia por aspiração, polimiosite, rigidez Muscular e trombofilia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Broncoespasmo

BProvávelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
10 de 14 artigos

Bloqueio neuromuscular residual

CPossívelRespiratória

Fraqueza que sobra na sala de recuperação depois do bloqueador não despolarizante, com TOF abaixo de 0,9. Manifesta-se como obstrução de via aérea e broncoaspiração, não como aperto de mão fraco, e é por isso que passa. Quem mede com o monitor escolhe entre neostigmina e sugamadex; quem estima pelo relógio erra.

Literatura:
7 de 22 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
5 de 10 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
3 artigos

Meta-hemoglobinemia

CPossívelHematológica

Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.

Literatura:
1 artigos

Asma quase fatal

CPossívelRespiratória

Crise com hipercapnia, rebaixamento ou parada — e a história costuma ter um gatilho evitável: betabloqueador, AINE em quem tem doença respiratória exacerbada por aspirina, ou o próprio broncodilatador em excesso.

Literatura:
1 artigos

Fentanila em bolus rápido: o tórax fecha e não ventila nem com bolsa. Não é broncoespasmo e não adianta broncodilatador — o que resolve é naloxona ou bloqueador neuromuscular, e quem espera perde o doente.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.