Exantema medicamentoso
BProvávelCutâneaO mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
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Que lesão de órgão oxifembutazona pode causar? exantema medicamentoso, anemia, anemia aplástica, aplasia de medula óssea, citopenia, leucopenia, agranulocitose, estomatite, trombocitopenia, eritema multiforme, sialadenite, pancreatite, sangramento gastrointestinal, lesões orais, úlcera péptica, eritema, úlcera gástrica, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, leucemia, lesão hepática medicamentosa, coagulopatia, púrpura, colestase, bócio, doença da tireoide, nefropatia, parotidite, lesão renal aguda, anemia hemolítica, urticária e angioedema, anemia megaloblástica, distúrbio da Pigmentação, doença autoimune, gastrite, gastroenterite, granuloma, insuficiência renal, necrose tubular aguda, prurido, psoríase, transtornos linfoproliferativos, edema pulmonar não cardiogênico, fotossensibilidade, erupção fixa por droga, alopécia, artrite, artropatia, colestase intra-hepática da gravidez, doença do sistema nervoso central, doença periodontal, doença vascular, eritrodermia, exantema, hipertricose, hipotiroidismo, leucemia mieloide, lúpus eritematoso sistêmico, miopatia, necrose das papilas renais, neoplasia mieloproliferativa, neutropenia, osteoartrite, pancitopenia, pênfigo, rabdomiólise, trombocitose e xerostomia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.