Doença genética
CPossívelCongênita e neonatal- Literatura:
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Que lesão de órgão metionina pode causar? doença genética, hiperhomocisteinemia, erro metabólico hereditário, má-absorção intestinal, esteatose hepática, lesão hepática medicamentosa, esquizofrenia, transtorno do espectro esquizofrênico, complicações na gravidez, doença hepática gordurosa não alcoólica, convulsão, anemia, arteriosclerose, demência, doença do baço, encefalopatia hepática, epilepsia, homocistinúria, insuficiência hepática, nefropatia, paralisia, perturbação cognitiva, perturbação de ansiedade, cardiomiopatia, colestase, anemia hemolítica, condição pré-maligna, demência vascular, disfunção cognitiva, doença cerebrovascular, doença de Alzheimer, doença desmielinizante, doença ocular, doença óssea, embolia, embolia pulmonar, fenilcetonúria, fístula arteriovenosa, glicosúria, hiperesplenismo, hipersensibilidade respiratória, hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência renal crônica, linfoma, linfoma de células B, linfoma não Hodgkin, malformação arteriovenosa, malformação vascular, mielopatia, paraplegia, perturbação sensorial, surdez, taupatia, transtorno auditivo, transtorno bipolar, transtornos do humor, transtornos linfoproliferativos, traumatismo craniano, trombose e tumor do pâncreas.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.