Úlcera péptica
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Que lesão de órgão loxoprofeno pode causar? úlcera péptica, úlcera gástrica, nefropatia, lesão renal aguda, insuficiência renal, exantema medicamentoso, sangramento gastrointestinal, artrite, artropatia, eosinofilia, pneumonite intersticial, pneumonia eosinofílica, bradicardia, nefrite intersticial aguda, urticária e angioedema, arritmia cardíaca, cistite, doença da bexiga, doença de lesão mínima, doença do sistema nervoso central, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, nefrite, síndrome hipereosinofílica, fibrose pulmonar, cardiomiopatia, insuficiência cardíaca, miocardite, bloqueio atrioventricular, lesão hepática medicamentosa, colestase, neuropatia periférica, pneumonia em organização, angioedema, arteriosclerose, artropatia por deposição de cristais, asma, bloqueio de ramo, bolha, bronquiolite, bronquiolite obliterante, bronquite, cistite intersticial, colestase intra-hepática da gravidez, colite, colite ulcerosa, condrocalcinose, coronariopatias, doença arterial coronária, doença desmielinizante, doença inflamatória intestinal, doença ocular, espasmo, fibrose pulmonar idiopática, gastroenterite, hiperalgesia, hipersensibilidade respiratória, perda de consciência, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, pleurisia, pneumonia, pneumonia intersticial idiopática, proteinúria, psoríase, síncope e úlcera duodenal.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Consolidação migratória que não responde a antibiótico e some com corticoide — o padrão mais comum de pneumonite por droga com biópsia. Amiodarona, bleomicina, nitrofurantoína e os imunoterápicos são os nomes de sempre.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.