Iodopovidona

Que lesão de órgão iodopovidona pode causar? doença da tireoide, hipotiroidismo, hipertiroidismo, exantema medicamentoso, lesão renal aguda, perturbação sensorial, tirotoxicose, convulsão, surdez, transtorno auditivo, anafilaxia, insuficiência renal, nefropatia, complicações na gravidez, bolha, pericardite, doença da córnea, infertilidade, parada cardíaca, peritonite, pneumonia, pneumonia por aspiração, lesão hepática medicamentosa, arritmia cardíaca, bócio, doença genética, eczema, infertilidade masculina, oligospermia, fibrose pleural, insuficiência cardíaca, bradicardia, agranulocitose, dRESS, urticária e angioedema, pneumonite química, angioedema, apneia, astenozoospermia, carcinogênese, cárie dentária, ceratite, ciliopatia, cistite, citopenia, coagulopatia, colangite, conjuntivite, displasia, doença da bexiga, doença inflamatória pélvica, doença óssea, doença vulvar, endometrite, escotoma, hipotensão arterial, hipotireoidismo congênito, insuficiência hepática, lesão pulmonar, leucocitose, leucopenia, malformações cefálicas congênitas, nanismo, neutropenia, paroníquia, patologia uterina, perda auditiva sensorioneural, púrpura, transtorno respiratório, transtornos da motilidade ciliar, trauma facial, traumatismo craniano, trombose, úlcera e vaginite.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
14 de 16 artigos

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
7 de 9 artigos

Convulsão

BProvávelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
4 de 4 artigos

Pericardite

CPossívelCardíaca

Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.

Literatura:
3 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
2 artigos

Fibrose pleural

CPossívelRespiratória

Espessamento que fica depois que o derrame sai, e restringe. Ergolínicos (bromocriptina, metisergida) e nitrofurantoína são os clássicos, e o dano é em boa parte irreversível — quem decide o desfecho é suspender cedo.

Literatura:
1 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
1 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Pneumonite química

CPossívelRespiratória

Lesão direta do epitélio por substância aspirada ou inalada, sem infecção no começo. Antibiótico de entrada não muda nada e atrapalha depois, quando a infecção secundária aparece de verdade.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.