Dulaglutida

Que lesão de órgão dulaglutida pode causar? pancreatite, esteatose hepática, exantema medicamentoso, lesão renal aguda, diabetes mellitus, diabetes mellitus tipo 2, nefropatia, doença da tireoide, insuficiência renal, retinopatia, artropatia, colecistite, disfunção erétil, doença cerebrovascular, doença da vesícula biliar, faringite, hipertensão arterial, nasofaringite, nefrite, neuropatia óptica, retinopatia diabética, síndrome do desejo sexual hipoativo, lesão hepática medicamentosa, nefrite intersticial aguda, acidente vascular cerebral, alopécia, artrite, cálculo biliar, cetoacidose diabética, cisto, cisto ovariano, coledocolitíase, colelitíase, colite, colite ulcerosa, demência, doença de Alzheimer, doença dos ovários, doença hepática gordurosa não alcoólica, doença inflamatória intestinal, gastroenterite, gastroparesia, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, osteoartrite, paralisia, piodermite gangrenosa, síndrome do ovário policístico, sinovite, taupatia, trombose venosa cerebral, tumores dos tecidos hematopoético e linfoide e úlcera.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Relatos no FAERS:
38
ROR:
0,5 (IC 95% 0,30,6)
Literatura:
1 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
1.068
ROR:
0,4 (IC 95% 0,30,4)
Literatura:
3 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
375
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,2)
Literatura:
2 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Relatos no FAERS:
6
Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.