Que lesão de órgão liraglutida pode causar? cetoacidose euglicêmica, exantema medicamentoso, lesão renal aguda, lesão hepática medicamentosa, diabetes mellitus, pancreatite, diabetes mellitus tipo 2, nefropatia, insuficiência renal, tumor do pâncreas, colelitíase, doença da mama, doença da tireoide, nefropatia diabética, neoplasia da mama, obstrução intestinal, colestase, adenocarcinoma, alopécia, cálculo biliar, carcinoma, catarata, cetoacidose diabética, colecistite, disfunção erétil, doença autoimune, doença da vesícula biliar, gastroparesia, glicosúria, hipertensão arterial, íleo paralítico, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, pancreatite crônica, parada cardíaca, paralisia, penfigoide bolhoso, psoríase, retinopatia, retinopatia diabética, síndrome do desejo sexual hipoativo, transtorno bipolar e transtornos do humor.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Acidose com cetona alta e glicemia abaixo de 250, que é justamente o que faz não pensar em cetoacidose. As gliflozinas são a causa, e o risco concentra-se em jejum, cirurgia e doença aguda — por isso suspender antes do procedimento.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.