Lesão hepática medicamentosa
BProvávelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
- Literatura:
- 14 artigos
Que lesão de órgão deltametrina pode causar? lesão hepática medicamentosa, perturbação mental, tremor, nefropatia, convulsão, atetose, complicações na gravidez, infertilidade, perturbação do neurodesenvolvimento, choreia, gastroenterite, infertilidade masculina, neuropatia periférica, cardiopatia congênita, cirrose hepática, colite, parestesia, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, perturbação sensorial, transtorno respiratório, traumatismo craniano, prolongamento do intervalo QT, infarto do miocárdio, exantema medicamentoso, aborto espontâneo, adenoma, apneia, arritmia cardíaca, ataxia, carcinogênese, coronariopatias, crescimento intra uterino restrito, demência, diabetes mellitus, diabetes mellitus tipo 2, dificuldade de aprendizagem, disfunção cognitiva, disfunção testicular, displasia, doença da tireoide, doença de Alzheimer, doença pulmonar obstrutiva, doença pulmonar obstrutiva crônica, enfisema pulmonar, epilepsia, epilepsia pós-traumática, eritema, fraqueza muscular, gastrite, hemoptise, hipoproteinemia, linfoma, miopatia, neoplasia das vias respiratórias, perda de consciência, perda do embrião, perturbação cognitiva, taupatia, tosse, transtorno da comunicação, transtornos linfoproliferativos, tumor de pele e tumor pulmonar.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.