Avelumabe

Que lesão de órgão avelumabe pode causar? doença autoimune, miopatia, miosite, diabetes mellitus, miocardite, pneumonite intersticial, pneumonia, transtornos linfoproliferativos, cardiomiopatia, colite, diabetes mellitus tipo 1, doença da bexiga, doença do sistema nervoso central, exantema, gastroenterite, miastenia grave, neoplasia da bexiga, síndrome paraneoplásica, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, adenocarcinoma, carcinoma, carcinoma broncogênico, carcinoma de pulmão de células não pequenas, citopenia, colangite, nefrite, nefropatia, neoplasia das vias respiratórias, neoplasia dos brônquios, sarcoidose, tumor de Merkel, tumor neuroendócrino, tumor pulmonar, prolongamento do intervalo QT, agranulocitose, trombocitopenia, anafilaxia, arritmia cardíaca, artrite, artrite reumatoide, artropatia, cardiopatia congênita, cetoacidose diabética, coagulopatia, colecistite, diátese hemorrágica, disfonia, dispneia, distúrbio da voz, doença da laringe, doença da tireoide, doença da vesícula biliar, doença pulmonar obstrutiva, doença pulmonar obstrutiva crônica, granuloma, hipertensão arterial, insuficiência adrenal, leiomiossarcoma, lesões orais, leucopenia, líquen plano, neutropenia, pancreatite, polimiosite, proteinúria, prurido, psoríase, púrpura, púrpura trombocitopênica idiopática, sarcoma, síndrome de Sjögren, tiroidite, transtorno respiratório, tumor de pele, vasculite e xerostomia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Miocardite

CPossívelCardíaca

Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.

Relatos no FAERS:
33
ROR:
10,7 (IC 95% 7,615)
Literatura:
3 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
77
ROR:
5,1 (IC 95% 4,16,4)
Literatura:
1 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
3 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
2 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
2 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.