Acrilonitrila

Que lesão de órgão acrilonitrila pode causar? neoplasia das vias respiratórias, tumor pulmonar, convulsão, lesão hepática medicamentosa, tumor cerebral, anafilaxia, neoplasia da próstata, transtornos linfoproliferativos, esteatose hepática, astrocitoma, carcinogênese, complicações na gravidez, displasia, encefalocele, glioma, granuloma, nefropatia, retinopatia, úlcera duodenal, úlcera péptica, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, lesão renal aguda, adenocarcinoma, arritmia cardíaca, blefarite, carcinoma, choreia, coronariopatias, distúrbios do sistema vestibular, doença cerebrovascular, doença da bexiga, doença da laringe, doença da mama, doença endócrina, doença hepática gordurosa não alcoólica, doença inflamatória pélvica, doença óssea, enjoo matinal, glicosúria, hipercinesia, hiperémese gravídica, imunodeficiência, insuficiência renal, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, leucemia, leucocitose, linfoma, neoplasia da bexiga, neoplasia da laringe, neoplasia da mama, neoplasia do nariz, parestesia, perturbação de ansiedade, perturbação sensorial, salpingite, sangramento gastrointestinal, sarcoma, transtorno neurótico, tremor, tumor ósseo e tumores dos tecidos hematopoético e linfoide.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.

Convulsão

BProvávelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
5 de 5 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
7 de 7 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.