Neoplasia
BProvávelOncológica- Literatura:
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Que lesão de órgão creosoto pode causar? neoplasia, doença do sistema imunológico, transtornos linfoproliferativos, linfoma, linfoma não Hodgkin, carcinoma, diátese hemorrágica, leucemia, leucemia linfoide, linfoma de Hodgkin, mieloma múltiplo, neoplasia das vias respiratórias, tumor pulmonar, lesão hepática medicamentosa, colestase, meta-hemoglobinemia, adenocarcinoma, adenoma, carcinoma urotelial, complicações na gravidez, distúrbio da Pigmentação, doença congênita, doença da bexiga, doença da mama, doença dos ovários, doença óssea, doença periodontal, glioma, hipoestesia, íleo paralítico, lesões orais, neoplasia da bexiga, neoplasia da mama, obstrução intestinal, perturbação sensorial, pseudo-obstrução intestinal, reabsorção óssea, sarcoma, tremor, tumor cerebral, tumor de pele, tumor do ovário e tumor do pâncreas.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.