Edema pulmonar não cardiogênico
CPossívelRespiratóriaEdema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
- Literatura:
- 3 artigos
Que lesão de órgão metenamina pode causar? edema pulmonar não cardiogênico, doença periodontal, eritema, lesões orais, nefropatia, pneumonia lipoídica, infarto do miocárdio, lesão renal aguda, exantema medicamentoso, fotossensibilidade, bolha, complicações na gravidez, insuficiência renal, parestesia, perturbação sensorial, pneumonia, pneumonia por aspiração, lesão hepática medicamentosa, nefrite intersticial aguda, convulsão, urticária e angioedema, adenocarcinoma, adenoma, asma, carcinoma, choque cardiogênico, cistite, distúrbio da Pigmentação, doença da bexiga, doença do sistema nervoso central, doença dos brônquios, doença endócrina, doença pulmonar obstrutiva, doença vulvar, eczema, eritema multiforme, hepatocarcinoma, hipersensibilidade respiratória, leucemia, linfoma, nefrite, neoplasia das vias respiratórias, periodontite, periodontite apical, rosácea, transtorno alimentar, transtornos linfoproliferativos, tumor de pele, tumor pulmonar, uremia e uveíte.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Infiltrado de gordura no alvéolo, de óleo mineral aspirado por quem usa laxante oleoso ou gotas nasais oleosas à noite. A tomografia mostra densidade negativa, e ninguém pergunta pelo laxante.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.